"GMEIA não vende Inteligência Artificial. Vende análise e capacidade de decisão e execução aumentada com IA."
É ter mais de 30 anos construindo negócios em cima de rupturas tecnológicas sucessivas, provedor de internet, e-commerce, recrutamento online, modelo freemium, produtos de IA em produção desde 2020, e aplicar esse mesmo julgamento à maior ruptura de todas. A IA é a onda da vez, não o destino. O método precisa sobreviver a ela.
GMEIA não vende Inteligência Artificial. Vende análise e capacidade de decisão e execução aumentada com IA.
O método GMEIA foi criado por Marcelo Abrileri, fundador de negócios de tecnologia desde antes da chegada da internet ao Brasil. A origem é anterior à internet: 1985, camisaria própria; 1989, acidente de moto, dois anos de recuperação; 1991, invenção e patente de uma fechadura de aço; 1993, expansão para alarmes, com fabricação, venda, instalação e monitoramento próprios. Só em 1995 chega a internet, com a Alphanet, um dos primeiros provedores de acesso do Brasil. O padrão não é sobre familiaridade com ferramenta nova, é sobre reconstruir depois de ruptura, inclusive depois de um baque físico sério. É esse padrão, comprovado antes de qualquer ferramenta de IA existir, que sustenta a autoridade do método sobre a ruptura de agora.
A tese não se apoia só em opinião. Pesquisa internacional e nacional recente confirma o padrão, e as contradições reais que ele carrega.
49% dos empregos americanos já têm ao menos um quarto das tarefas tocadas por IA generativa. Não há sinal de desemprego em massa, mas a contratação de gente de 22 a 25 anos nas funções mais expostas caiu cerca de 14% frente ao esperado.
57% das horas de trabalho nos Estados Unidos já são automatizáveis com a tecnologia que existe hoje, quase o dobro da estimativa da própria McKinsey em 2023. Pela primeira vez, a IA afeta mais o trabalho de alta escolaridade e alto salário, ao contrário das ondas de automação anteriores.
92 milhões de empregos serão eliminados até 2030, mas 170 milhões serão criados, saldo líquido positivo de 78 milhões. O argumento direto contra o discurso de que IA só destrói emprego, e a favor de decidir bem qual lado dessa conta a empresa vai ocupar.
No Brasil, adoção de IA em empresas foi de 13% para 17% entre 2024 e 2025, concentrada nas grandes empresas. O país está de 1 a 2 anos atrás do horizonte já em curso nos Estados Unidos, o que ainda é tempo real de decisão, não motivo para esperar mais.
O Diagnóstico GMEIA nunca olha só para tecnologia. Ele cruza cinco eixos diferentes antes de indicar qualquer caminho.
O GMEIA não entrega um relatório e some. Entrega um diagnóstico, depois ativação real, depois acompanhamento contínuo, na medida certa para cada empresa.
Depois de mapear dezenas de profissões e departamentos, o método chegou a um padrão comum: oito competências que separam quem vai prosperar na era da IA de quem vai ficar pra trás, independente da profissão de origem.
O detalhamento de cada competência, e como avaliar sua equipe contra elas, faz parte do Diagnóstico GMEIA.
Toda empresa já tem um som, mesmo sem perceber. A pergunta não é se existe música, é qual delas está tocando agora, e o que falta para ela mudar.
Uma régua estável, como CMMI ou HIMSS, para medir capacidade de decisão e execução amplificada por IA. Grau é atribuído por avaliação, nunca por autoavaliação da própria empresa.
O Diagnóstico GMEIA responde essas perguntas com evidência, não com achismo.
A Era da IA não exige empresas mais tecnológicas.
Exige empresas mais inteligentes.
Tecnologia tornou-se acessível. Ferramentas tornaram-se abundantes.
O diferencial deixou de ser possuir Inteligência Artificial.
Passou a ser decidir melhor.
O GMEIA nasce da convicção de que maturidade não é um estado.
É uma jornada.
Cada decisão amplia possibilidades.
Cada aprendizado fortalece a organização.
Cada evolução prepara o próximo nível.
Não conduzimos empresas para a IA.
Conduzimos empresas para uma nova forma de pensar.
Porque, no futuro, vencerá quem aprender mais rápido.
E decidir melhor.
Diagnóstico de 2 a 4 semanas, com evidência real, não achismo.
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